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Tempo de renovação
Mais alguns dias e começa a primavera, uma das estações mais festivas do ano, em que a Mãe Natureza mostra todo seu esplendor em variadas cores, formas e perfumes. O clima esquenta, mas a brisa ainda é fresca, convidando a caminhadas ao ar livre. Nessas caminhadas matutinas tenho observado que, além da exuberância da paisagem, do canto dos pássaros, do cheiro de orvalho na terra e na grama, nem todos se preocupam com os restos que vão deixando pelo caminho. Do centro da cidade onde moro até a Fundação, a Unicastelo e a Água Viva, minhas mais costumeiras rotas para exercício, encontro pelas margens das vias uma quantidade de lixo absurda, que provavelmente voa das janelas dos automóveis que por ali circulam. É muito triste. Papéis, maços de cigarro, chicletes, papelão, isopor de embalagens de eletrodomésticos, copos descartáveis de quem tomou água de coco, mas não se importou em jogá-los ao chão assim que saciou sua sede, lixo doméstico embalados em sacos ou sacolas de mercado, cadernos velhos, comunicações bancárias, garrafas pet de refrigerantes, etc. Mesmo assim, as flores ainda teimam em desabrochar e perfumar o ar, seja nas copas das árvores ou rasteiras, disputando espaço no chão entre a sujeira. Não me venham falar que é problema exclusivo da prefeitura, que não coloca varredeiras suficientes, pois eu as encontro pelas avenidas e ruas, diariamente, tentando colocar um pouco de ordem no caos que é deixado à noite pelos porcalhões. Na verdade, o que falta é educação! Namastê
Escrito por Chris Cangueiro às 11h44 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] |
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